quarta-feira, 2 de abril de 2014

CURITIBA 321....





Para onde caminhas, cidade que habito!!! 

As imagens que vislumbro .....


O que pensam os seus ....


Os fazem seus governos, na cidade e no estado !!!

O que fazem as assembléías da cidade e do estado.

Os que te comunicam, os que te trabalham.

Bela e aconchegante, Parabéns.




Fábio André Chedid Silvestre
NMConhecimento







segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

CERCO À REPÚBLICA.


Sábado de manhã, tomando um café com esfiha, na Rua Dr. Muricy, ao lado do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, uma bela página de jornal me caiu nas mãos, bem escrita e diagramada.

Lia e pensava!

Todo o processo que levou à transição da Monarquia para a República no Brasil, é revestido de uma aura poética, em que o período arcaico é substituído por uma nova fase, mais contemporânea e adequada aos preceitos da vida democrática.

A realidade é outra, o mito da transição pacífica e da mudança natural não corresponderam ao que efetivamente se viveu.

O Brasil era e continua arcaico, as oligarquias que impediam as mudanças ainda graçam e reinam.

Em artigo magistral no jornal Gazeta do Povo (de 01/02/2014), ao celebrarmos os 120 anos do Cerco da Lapa, episódio épico que marcou profundamente a alma paranaense, Laurentino Gomes (Os 120 Anos do Cerco da Lapa e o Preço da Consolidação da República), aborda de forma coerente a história perpassada.

Naquele momento, onde as tropas rebeladas dos caudilhos gaúchos enfrentava a nova ordem republicana, dos marechais alagoanos, o Paraná no meio do caminho resistiu na Lapa até a morte do General Carneiro,



e resistiu em Curitiba, até a morte do Barão do Cerro Azul.




Passado este século e pouco a República Federativa do Brasil está consolidada?

Se em 1894 uma série de conflitos armados explodia em todo o território nacional, ainda exigindo a lâmina da baioneta para o acertamento constitucional forçado;
Se em 1904 vivíamos em estado de sítio decretado pelo Congresso Nacional;
Se em 1914 participávamos de nossa primeira guerra como Nação Mundial;
Se em 1924 vivíamos uma série de levantes "tenentistas" por todo o território;
Se em 1934 ganhávamos uma nova Constituição totalitária caudilha;
Se em 1944 participávamos de nossa segunda guerra como Nação Mundial;
Se em 1954 suicidava-se o caudilho Getúlio;
Se em 1964 fomos novamente tomados por "Marechais", que desprezavam o operariado esclarecido;
Se em 1974 vivíamos nosso primeiro "milagre econômico";
Se em 1984 retomávamos nossa marcha democrática;
Se em 1994 ganhávamos nosso primeiro plano econômico de razoável estabilidade;

Em 2004 os civis Lulistas montaram a maior quadrilha de desmoralização do processo democrático jamais imaginada, para comprar o consenso e fraudar a liberdade.
Em 2014, uma pequena parcela da "camarilha bolchevique", sindicato-fascista, está cumprindo pena por crimes financeiros, mas não os de terrorismo republicano... A outra parte continuará negociando com a elite arcaica que sempre esteve ao lado dos "Marechais" de plantão.

A REPÚBLICA ESTÁ CERCADA, mas não haverá combates, apenas o simulacro da "Copa do Mundo de Futebol em 2014".

O Brasil é a mesma Nação retrógrada e indecisa do Século XIX, basta comparar com seus pares.

Será que é possível passarmos a República a limpo através das eleições?

O voto é a bainoneta do presente.

Fundemos um novo Cerco da Lapa e resistamos até o último decente.

O que será de nós em 2024 ..........?!............


Fábio André Chedid Silvestre
NMConhecimento





sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A Dimensão de Território na Gestão do Conhecimento Museal


Pergunta-se em que sentido a Grécia é o território do filósofo, ou a terra da filosofia.


Desde a virada do século XXI, quando estudávamos os primeiro impactos das novas tecnologias de comunicação e informação (TICs) sobre a vida contemporânea, a multidisciplinariedade já vinha sendo exigida como elemento de conexão das diversas ciências em face da complexidade inerente à vida humana no planeta.
Entre as circunstâncias naturais e os atributos artificiais criando pelo homem para permanecer interagindo de forma equilibrada com o meio ambiente hoje temos ampla percepção das variáveis envolvidas e dos consequentes comportamentos exigidos de nossa racionalidade.
Assim, foi muito adequado a proposta transversal do evento promovido pela PUC-PR neste final de ano:


II Congresso Internacional de Direito, Democracia e Inclusão;
II Congresso Internacional de Direito Econômico, Socioambiental e Democracia: Novas Tendências da Tecnologia Digital;
XVIII Encontro Ìbero-Latino-Americano de Governo Eletrônico e Inclusão Digital: Smart Cities: Cidades Inteligentes Sustentáveis Ecológica e Economicamente;

Unindo as forças das Escolas de Direito e Arquitetura, um amplo debate permitiu a apresentação de trabalhos com ênfase na sinergia dos elementos jurídicos, estruturais e ambientais, como o que apresentamos (os anais do evento serão publicados em 2014):


Território como uma local real ou imaginário, como já sugeriam DELEUZE e GUETARRY (1992):

“Pensar não é nem um fio estendido entre um sujeito e um objeto, nem uma revolução  de um em torno do outro. Pensar se faz antes na relação entre o território e a terra…
A terra não é um elemento  entre os outros ela reúne todos os elementos num mesmo abraço, mas se serve de um ou de outro para desterritorializar o território. Os movimentos de desterritorialização não são separáveis dos territórios que  e abrem sobre um alhures, e os processos de reterritorialização não são separáveis da terra que restitui territórios.
São dois componentes, o território e a terra, com duas zonas de indiscernibilidade, a desterritorialização (do território à terra) e a reterritorialização (da terra ao território. Não se pode dizer qual é o primeiro.  

Pergunta-se em que sentido a Grécia é o território do filósofo, ou a terra da filosofia.”

Neste processo de permanente de recombinação de sentidos e funções, o patrimônio cultural pode ser preservado na forma de espaços museais, assim propostos:




As experiências vividas nestes últimos anos nos permitem vivencia física e virtual que devem continuamente serem pensadas de forma sustentável e harmônica, pois nossa pegada ecológica deixa suas marcas na exata medida de nossa ação. 

A memória é uma das principais ferramentas do homem para não ser dominado pela economia tecnológica.

O futuro é um retorno constante da memória presente.

FELIZ 2014!!!!!

Fábio André Chedid Silvestre
NMConhecimento

sábado, 7 de setembro de 2013

INDEPENDÊNCIA DO QUE .... E DE QUÊM?


Vários precursores do controle humano de seres humanos, as vezes identificados com os termos COMUNIDADE e SOCIEDADE, RELIGIÃO, POLÍTICA  e recentemente  COMUNICAÇÃO e DEMOCRACIA, tem apenas reiterado a existência de protocolos dominantes.

Predominar na CULTURA é dominar o humano.

De SUN TZU à RUSSEAU, "O mais forte não será para sempre o senhor se não transformar sua força em direito e a obediência em dever".

Em WIENER quando o homem passa de CRIATURA  a CRIADOR, a CIBERNÉTICA explica o reflexo do TAYLORISMO e do FORDISMO projetado para o CIBERESPAÇO da MATRIX, o CAPITALISMO TECNOLÓGICO (WWWSA)

Contudo a armadilha é apresentada em Harold Innis, "a primeira pessoa a tratar do processo de mudança como implícito nas próprias formas de tecnologia", e onde "colonial nations developed a sense of culture in the shadow of larger, empire-building nations."

O que é um "grampo" norte-americano na kabeça de DILMA, quando consumimos tudo o que mais se relaciona a eles? Do souvenir ao automóvel, das canetas até os computadores, dos pagers aos satélites. Somos hot dog (ou mac donald) até os ossos!!, somos contemporâneos e clientes.

Por sorte a cerveja hoje é por nossa conta -(graaande AMBEV !!!!!).

Em nossa casa (Brasil), se, de fato, como em Mac Luhann, o meio é a mensagem, temos todos os "curtir" que precisamos, nas urnas eles vem até com "barulhino característico" e nome, "voto". Ao menos em casa podemos pensar em como trocar a kabeça que levará o próximo "grampo".

"Independência ou Aplle (Big Aplle)"!!!!!!! O parceiro é importante e a dança é inevitável.

Fábio Chedid
NMConhecimento







quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A vida num buraco de agulha!!!







De tudo o quanto fazemos para desenvolver uma existência digna, somente os momentos podem nos indicar o que se passa.

O passado inteiro o futuro inteiro são inexistentes. Só há momento e memória.

Nesta jornada infinita, nosso finito mundo as vezes cabe num buraco de agulha.

Mesmo quando algumas coisas parecem encolher e estreitar-se ao máximo tudo o mais deve permanecer existindo e valendo.

Quanto sobra de mundo para escaparmos da armadilha dos estreitos momentâneos?





Estes buracos são o passado ou o futuro?

Hoje, na emancipação política do Paraná (29.08.13) olho para o futuro, passando o buraco de agulha do passado e criando movimento e novidade.



Fábio André Chedid Silvestre
NMConhecimento

sexta-feira, 29 de março de 2013

CURITIBA - 320 ANOS




Curitiba não foi sempre, mas é hoje, a maior cidade do sul do Brasil, sendo também a mais populosa.



Curitiba, a terra dos pinheirais, capital do Paraná, é a oitava maior cidade do país, e uma das cinquenta mais influentes do mundo.




Embora não possua mais os vastos pinheiras (quase nenhum lugar mais possui) mantém ao seu redor uma matriz aquífera muito valiosa, nascendo as grandes cataratas, na região metropolitana desta bela capital.


Importante, estratégica, moderna, bendita a nossa casa !!

Parabéns Curitiba, 320 anos bem vividos.

Fábio Chedid
NMConhecimento



sexta-feira, 15 de março de 2013

ESCHER O MESTRE DA TRIDIMENSIONALIDADE INFINITA


As Netherlands de Escher

Quando estava na sexta série no Colégio Nossa Senhora da Glória, em Francisco Beltrão - PR, na aula de HISTÓRIA,  com a inesquecível Professora Mirna Pecoits, durante uma passagem a cerca da cultura egípcia clássica, ela formulou um raciocínio que me perseguiu para sempre:

 "Vocês sabem porque os egípcios sempre representavam suas figuras pictográficas com faces e pés de perfil?" -

Sem resposta da turma.....

"Porque nestas artes eles NÃO POSSUÍAM NOÇÃO DE PERSPECTIVA !!!" - (nas estátuas, esfinges e sarcófagos isto não ocorria).


Minha mente não parou mais de considerar isto, mesmo quando me formei advogado, perspectiva tornou-se uma expressão inescapável.

Imersos atualmente num universo de tecnologias multimídias, desde as idéias de territórios digitais, até as concepções de hipermídia, passando por uma simples página de livro diagramada, tudo deve conter perspectiva, no caso deste blog, o FOCO NARRATIVO ocupa esta função.

Curadoria é perspectiva !!!

Lembrando de tudo isto, encontrei na obra de Maurits Cornelis Escher (1898 – 1972),                                      um dos maiores artistas plásticos contemporâneos, a suma perspectiva da 
TRIDIMENSIONALIDADE INFINITA.



Instigante, divertido, emocionante, arquitetônico, contemporâneo, perspectivo.

Andy Warhol e compania que me desculpem, são uns fedelhos da sexta série diante da 
arte matemática do grande ESCHER !!!!!



Fábio Chedid
NMConhecimento